Porque
Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o
que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16 – (NAA)
O versículo lido posso dizer que é um dos mais conhecidos da Bíblia Sagrada, não sendo apenas famoso, mas atua como uma base doutrinaria deste evangelho. Onde podemos ver o amor de Deus manifestado em Cristo para a salvação do mundo. E ao contrário dos outros evangelhos, João nos oferece um retrato mais íntimo e espiritual de Cristo, enfatizando Sua divindade e a importância da fé.
Este evangelho se destaca por seu foco teológico e profundo sobre a identidade de Jesus. Apresenta o coração do plano de salvação de Deus.
Diferente dos outros evangelhos, João enfatiza quem verdadeiramente é Jesus, além de tudo o que Ele fez em favor da humanidade.
O apóstolo não se concentra em narrar tudo o que Jesus fez, mas em revelar quem Ele é.
João apresenta Jesus como o Verbo eterno que se fez carne, conduzindo nós leitores, desde o seu nascimento como homem, indo até a cruz e a ressurreição.
Que representa a intensidade máxima do amor divino.
Este evangelho é dirigido a um público mais amplo, incluindo tanto judeus quanto gentios, e visa fortalecer a fé dos crentes, apresentando Jesus como o Messias e o Filho de Deus.
Era um período em que a Igreja enfrentava desafios quanto à identidade de Jesus.
Assim, João escreve este livro desejando que seus leitores creiam em Jesus e experimentem a vida eterna que Ele oferece.
Este evangelho foi escrito para afirmar que Jesus é o Filho unigênito de Deus, enviado ao mundo por amor para conceder vida eterna a todos os que nEle crerem.
No contexto, podemos ver textos onde Jesus explica o significado de Sua missão e a importância do Seu relacionamento com o Pai.
Revela que a iniciativa da salvação inicia da parte de Deus, apresentando Jesus como único em Sua natureza divina, plenamente Deus e plenamente homem.
Onde o amor do Senhor se expressa em sacrifício e a salvação é recebida pela fé, ou seja, crer em Jesus já é o suficiente.
Este evangelho é como um convite a crer e a se relacionar com o Filho de Deus.
A vida que Jesus oferece é mais do que a existência física, ela é plena e abundante, repleta de significado e propósito.
Nos ensina que o evangelho não é sobre o quanto o homem busca a Deus, e sim Deus que amou o homem.
Sendo que a cruz não foi um acidente da história, mas a expressão máxima do amor divino revelado em Jesus.
É recebermos diariamente o amor de Deus, não como informação, mas como transformação.
Confiando plenamente em Jesus como o único caminho para a vida eterna, permitindo que esse amor transforme seus relacionamentos e atitudes.
É compartilharmos esse amor com um mundo que ainda perece, sem nenhuma esperança.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, como somos agradecidos por Teu amor que nos foi revelado de forma visível através do Teu Filho.
Jesus ajuda-nos a crermos, confiarmos e vivermos de acordo com esse amor e que a vida eterna que recebemos em Cristo transborde para as demais pessoas que a necessitem.
E
o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos
a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
João 1:14 – (NAA)
Este versículo nos traz a sensação de sentirmos o céu tocando a terra.
Nele podemos ver a profundidade das Escrituras Sagradas, revelando a nós toda a glória de Cristo, bem como a graça e a verdade que habitou entre nós.
É o momento que sentimos toda proximidade de Deus dentro deste mundo em que vivemos.
Também nele podemos ver um dos maiores mistérios e milagres da fé cristã, que é a Encarnação de Cristo.
Jesus se revela como o Verbo que estava com Deus e era Deus se tornou humano e habitou entre nós.
Deus não apenas falou, Ele veio.
As palavras de João nos conduzem ao coração do evangelho ao afirmar que Deus não permaneceu distante da humanidade.
É o Criador presente na história, assumindo forma humana e se revelando de maneira visível, acessível e redentora.
O contexto desse evangelho foi escrito em um momento em que as comunidades cristãs estavam se estabelecendo e enfrentando desafios tanto internos quanto externos.
Ao declarar que o Verbo se fez carne, João confronta ideias filosóficas e religiosas da época, afirmando que o Deus eterno se revelou plenamente por meio de Cristo.
Ele apresenta Jesus como o Logos (o Verbo), uma palavra e conceito conhecido tanto pelos judeus quanto pelos gregos.
Sendo que para os judeus o Verbo era a expressão ativa de Deus e para os gregos o princípio racional do universo.
Então João une esses mundos e declara algo revolucionário; o Logos, o Verbo eterno, não permaneceu distante, mas se fez carne entre nós.
O ato de encarnação de Jesus é um testemunho do amor de Deus pela humanidade, sendo que Ele não se distanciou do homem, mas se fez um de nós para nos salvar.
Ele entrou em nossa realidade, sentiu nossas dores e caminhou entre os homens.
Deus não escolheu salvar à distância, Sua opção foi se aproximar.
Jesus conhece a dor humana, o cansaço, as lágrimas e as tentações, e tudo sem pecado.
Isso significa que não seguimos um Deus indiferente, mas um Salvador que caminha conosco.
Então, somos chamados a crermos que Deus é acessível e próximo, não distante ou indiferente.
Devendo nós vivermos refletindo a graça e a verdade de Cristo em nossos relacionamentos.
É recebermos a graça de Cristo sem rejeitar Sua verdade, lembrando que o mesmo Cristo que habitou entre nós continua conosco agora pelo Espírito.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, Ti damos graças, porque teu Filho veio a este mundo e habitou entre nós, revelando a Tua Graça e verdade.
Pedimos a Tua Ajuda para vivermos de maneira que possamos refletir o Teu Amor e a Tua Luz em um mundo em trevas.
E sejamos testemunhas vivas da Tua Glória para aqueles estão ao nosso redor e a Tua Presença transforme nosso coração e nossa caminhada diariamente.
Consagre ao Senhor tudo
o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Provérbios 16:3 – (NAA)
Um verso curto, porém, suficiente para expressar uma profundidade espiritual impressionante.
Destaca a importância de dedicarmos nossas ações e planos ao nosso Deus, sabendo que ao fazermos desta forma, alcançaremos sucesso em nossos objetivos.
É um princípio simples, porém profundo, onde o verdadeiro sucesso não começa no esforço humano, mas na consagração ao Senhor.
No contexto deste Proverbio aprendemos a soberania que Deus possui sobre os caminhos do ser humano.
Ele é como um guia para nos ensinar sobre a vida, moralidade e a importância de viver conforme os princípios divinos.
Embora façamos planos, deverá ser sempre o Senhor a dirigir nossos passos e se assim não fizermos com Deus no controle, até nossos melhores planos podem falhar.
A palavra utilizada "consagre" implica em dedicarmos ou colocarmos algo debaixo da autoridade de Deus.
Significa que devemos entregar nossos planos e ações a Ele, buscando Sua orientação e bênção.
E sermos bem-sucedidos não se refere apenas a prosperidade material, mas viver conforme o propósito de Deus, pois quando nossos planos estão nas mãos do Senhor.
Deus os ajusta, corrige e conduz ao melhor resultado.
Ao fazermos uma reflexão sobre o texto, somos lembrados de nossa dependência dEle.
Em muitas situações as frustrações ocorrem não por falta de planejamento.
Mas porque tentamos resolver sozinhos, sem a ajuda de Deus.
Quando o temos como o Senhor dos nossos caminhos, nosso coração encontra paz, descanso e clareza, mesmo diante das incertezas.
Precisamos entender que na prática significa que não devemos primeiro pensar em nossos planos pedindo a aprovação dEle.
E sim primeiro entregamos a Ele nosso caminho e depois planejamos com o Senhor.
Assim, este verso nos convida a reconhecermos que Deus é quem realmente dirige nossos passos.
Diariamente, quando planejamos nossas ações, devemos dedicar tempo em oração, pedindo a Deus que abençoe e dirija nossas decisões.
É termos a certeza de que o Senhor está interessado em cada detalhe da nossa vida, tendo em nossa mente que o sucesso à luz da Bíblia é andarmos no centro da vontade de Deus.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai Ti damos graças, por termos recebido sabedoria e direção que a cada dia consagremos a Ti nossos planos, sonhos e decisões.
E que os projetos em nossa vida sejam para glorificar o Teu Nome e que vivamos o verdadeiro sucesso que vem de Ti.
Caso seja necessário, corrige nossos caminhos nos ensinando a depender do Senhor totalmente em nossa vida.
Porque
o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido.
Lucas 19:10 – (NAA)
Neste Evangelho, Lucas escreve com precisão histórica, mas com um coração pastoral impressionante. Traz uma narrativa detalhada da vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Até pela sua formação médica e seu olhar atento aos detalhes, ele oferece uma perspectiva única sobre a compaixão e a misericórdia do Senhor.
Apresenta Jesus como o Salvador universal, cheio de compaixão, que se aproxima dos marginalizados, pecadores, pobres e rejeitados. É o que mais destaca a humanidade de Cristo e a abrangência da graça de Deus. Neste versículo lido fica resumido com clareza o propósito e a missão que este Evangelho quer nos ensinar.
O contexto deste livro traz relatos cuidadosos dos eventos da vida de Jesus, incluindo muitas parábolas e ensinamentos que não aparecem nos outros evangelhos. Procura mostrar um histórico confiável da vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus, sendo que seu público inclui os gentios, o que explica foco na inclusão, misericórdia e a graça de Deus para todos.
Lucas escreve para Teófilo que provavelmente era um oficial romano ou alguém que agia como um protetor, tendo como objetivo de oferecer um relato ordenado, histórico e confiável sobre Jesus, enfatizando que a salvação não é exclusiva dos judeus e sim para toda a humanidade. Ao falar de Jesus como Filho do Homem, mostra que o título Cristo se identifica plenamente com todos nós.
Entre as histórias que constam neste Evangelho, destaco entre elas, o Bom Samaritano, o Filho Pródigo, Zaqueu, a viúva pobre, o ladrão na cruz. Também nenhum outro evangelho mostra Jesus orando tanto. O Espírito Santo aparece desde o nascimento até a conclusão de Sua missão.
Lucas nos mostra um Cristo que não apenas ensina, mas caminha com os necessitados. Ele entra na história humana para restaurar vidas e oferecer esperança real aos que se reconhecem perdidos. Assim, somos chamados a seguirmos o exemplo de Jesus, buscando aqueles que estão perdidos ou marginalizados. Somos lembrados que a nossa missão como seguidores de Cristo é refletir Seu amor e compaixão diariamente em nossas atitudes.
Oremos Senhor nosso Deus e Pai, somos agradecidos porque enviastes o Teu Filho para nos buscar quando estávamos perdidos. Dai-nos Teu coração compassivo, olhos sensíveis às dores humanas e coragem para viver um evangelho que alcança a todos. Que nossa vida seja instrumento da Tua graça, alcançando aos demais com a mensagem deste Evangelho e sejamos cheios de amor e misericórdia. Assim oramos em nome de Jesus.
Amém, glória a Deus. Sérgio Souza www.maosdadascomjesus.com.br www.pastorsergiosouza.com.br #maosdadascomjesus
Eis
que faço uma coisa nova; agora mesmo ela está saindo à luz. Será que vocês não
a percebem? Eis que porei um caminho no deserto e rios nos lugares áridos.
Isaías 43:19 – (NAA)
Este versículo é um chamado à fé viva, à percepção espiritual e à esperança ativa. Uma mensagem em meio à crise. O Senhor falando a um povo cansado, ferido e desanimado, afirmando que Ele não está preso ao passado e que Seu agir renovador já está em movimento. Sendo uma poderosa declaração dEle sobre Sua capacidade de trazer renovação e transformação.
Era um momento em que o povo de Israel estava no exílio na Babilônia, longe de Jerusalém, do Templo e da Terra Prometida. E no pensamento de um homem natural, todo futuro parecia bloqueado, seco, sem saída. Assim, eles viviam debaixo de opressão. Mas o profeta traz uma mensagem que Deus está sempre trabalhando em favor de Seu povo, mesmo quando as circunstâncias parecem impossíveis.
A mensagem do Senhor mostra que Ele é o autor do novo, não sendo algo comparável a ideia humana, mas uma iniciativa totalmente divina. O novo não é o povo que cria, é Deus quem age soberanamente. Em Deus o novo não é apenas futuro, Ele já começou, ainda que esteja em forma de semente. Assim, o Senhor desafia o povo a desenvolver sensibilidade espiritual.
Mostra que onde não havia direção, Deus cria possibilidades. Ensina que o problema central não é falta de ação divina, mas de discernimento espiritual, expondo que onde havia esterilidade, o Senhor produz vida, refrigério e abundância. O deserto que simboliza impossibilidade, perda de direção e escassez. Deus não o remove e sim Ele cria nele um caminho.
Quantas são às vezes que ao passarmos por provações, pedimos que Deus nos tire do deserto, mas Ele prefere se revelar dentro dele. Desta forma, o novo de Deus nem sempre muda o cenário de imediato, e sim o destino. Em vários momentos estamos tão focados nas dificuldades que não percebemos as obras de Deus ao nosso redor.
Assim, somos chamados a confiarmos que Deus age mesmo quando não vemos resultados imediatos. Devemos abrir nosso coração para o novo de Deus, abandonando a incredulidade e o medo.
É termos o entendimento que nossos desertos pessoais podem se tornar caminhos de propósitos nas mãos do Senhor. Então, é tempo de renovar a fé e alinhar nossa visão ao que Deus está fazendo hoje.
Oremos Senhor nosso Deus e Pai Ti damos Graças, porque tens promessas de sempre fazer o novo em nossa vida. Que nossos olhos estejam sempre abertos para perceber as situações e oportunidades que nos aparecem diariamente. Pedimos que renove nossa esperança, fortalece nossa fé e nos conduz pelo caminho que preparastes. Assim oramos em nome de Jesus.
Amém, glória a Deus. Sérgio Souza www.maosdadascomjesus.com.br www.pastorsergiosouza.com.br #maosdadascomjesus
Que
o Senhor te abençoe desde Sião, e veja a prosperidade de Jerusalém todos os
dias da tua vida; e veja os filhos dos teus filhos. Paz sobre Israel!
Salmos 128:5-6 –
(NAA)
Este salmo traz uma forte mensagem de esperança, importância da família, paz e a comunhão com Deus, fazendo que ao lermos suas palavras, vamos entender que a verdadeira prosperidade não é superficial e vai além das posses materiais.
Assim, ele era cantado por judeus que peregrinavam até Jerusalém para participarem das festas judaicas.
Enfatiza a relação entre o temor a Deus e a prosperidade na vida familiar e comunitária, nos trazendo uma visão bíblica de uma vida abençoada.
Em seu contexto, mostra que o temor ao Senhor nos serve como base para uma vida próspera, sendo que Jerusalém simboliza o centro espiritual, político e comunitário de Israel, enquanto Sião representa o lugar da presença e do governo de Deus.
Ensina que a bênção tem origem divina, não nasce do esforço humano apenas, e sim do relacionamento com Deus.
Informa que a prosperidade aqui é paz, ordem, segurança, justiça, plenitude e não apenas riqueza material, mostrando também que uma fé madura não é egoísta.
Uma benção divina não é momentânea, mas contínua e sustentada ao longo do tempo.
A bênção de Deus que recebemos não para em nós.
Passa pela família, alcança a sociedade e chega até nas futuras gerações.
Afirma que o temor ao Senhor é a chave para experimentar essas bênçãos.
Este salmo nos convida a refletirmos sobre o que significa ser verdadeiramente abençoado.
Onde Deus governa, há paz verdadeira, e ela começa no coração de quem teme ao Senhor.
Então, somos chamados a buscarmos principalmente a bênção que vem de Deus e não apenas conquistas humanas.
Aplicando os princípios deste salmo, viveremos em reverência a Deus.
É entendermos que nossa vida espiritual influencia nossa família e nossa comunidade, passando a viver de modo que deixemos um histórico de fé, paz e obediência às próximas gerações.
Devemos priorizar a família e buscar a paz em nossa comunidade.
A verdadeira prosperidade é encontrada em um coração grato e em relacionamentos saudáveis.
Ao vivermos segundo a vontade de Deus, será para nós investirmos no presente, porém mantendo nossos olhos no futuro.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, Graças Ti damos porque sobre nossa vida tens derramado suas bençãos.
Ensina-nos a viver de modo que nossa vida gere paz, esperança, uma transmissão de valores para futuras gerações.
Agindo com temor a Ti e a nossa vida, glorifique o Teu nome, pedimos a tua benção sobre nossas famílias, igreja e onde vivemos.
Porque
o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua
vida em resgate por muitos.
Marcos 10:45 - (NAA)
Neste evangelho, diferente dos outros três, Marcos enfatiza mais as ações de Jesus do que longos discursos.
O seu objetivo é mostrar quem Jesus é, ressaltando que Ele é o Filho de Deus que serve, cura, ensina e entregou a própria vida em favor da salvação do pecador.
No versículo lido, mostra Jesus como o Servo sofredor, que age com autoridade e entrega Sua vida em favor dos outros.
Assim, Marcos apresenta um Cristo que sofre, mas vence, oferecendo esperança a uma igreja que enfrentava dor, oposição e desafios à fé.
Destaca a humanidade de Jesus e Sua disposição em servir, contrastando com as expectativas messiânicas de um rei triunfante.
Então, ele possui o foco nas ações de Jesus, resultando que o leitor se mantinha atento ao texto.
Ele destaca a fala de Jesus se referindo a Si com um título que enfatiza Sua humanidade e identificação com a raça humana.
Que desafiava a visão de liderança e poder comum entre os homens, se apresentando como aquEle que não buscava status ou reconhecimento.
Sua missão era claramente definida como alguém disposto a servir, exemplificando o verdadeiro propósito de Sua vida.
Também deixou visível Sua total autoridade, possuindo controle sobre enfermidades, demônios, natureza e pecado, revelando que Ele é o Filho de Deus.
E mesmo assim deu Sua vida em resgate por muitos, fazendo de Si uma entrega sacrificial, a qual é o coração da mensagem deste evangelho.
Mostrando a Sua morte e ressurreição como meio de salvação para a humanidade.
O Senhor nos ensina que a verdadeira grandeza no Reino de Deus é encontrada no serviço aos outros ao dar Sua vida.
Ele nos mostrou o que significa amar, quando renunciamos a algo valioso para nós, sendo um modelo de humildade e serviço.
Ensinando que o verdadeiro servo envolve renúncia, serviço e fidelidade, mesmo quando o caminho é difícil.
Desta forma somos chamados refletirmos sobre nossa vida e como tem sido nossas atitudes.
Será que estamos esperando sermos servidos ou na prática já estamos servindo aos outros? É, lembramos que seguimos um Salvador que sofreu, mas venceu, e as palavras escritas por Marcos nos ensina que servir é um ato de fé e obediência.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, agradecidos somos pelo sacrifício que Teu Filho Jesus fez por nós.
Pedimos que nos ajude a seguirmos Seus passos e a viver uma vida de serviço aos outros, praticando o amor com nossos atos e atitudes e tendo compaixão com o necessitado.
E mesmo que estejamos diante das dificuldades, queremos permanecer fiéis, sempre confiando que o Senhor está conosco.
Porque
o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se
desviaram da fé e atormentaram a si mesmos com muitas dores.
1 Timóteo 6:10 (NAA)
Nesta mensagem de Paulo a Timóteo, ele orienta que o dinheiro, embora necessário, pode facilmente ocupar um lugar que não lhe pertence no coração humano.
É uma prática comum neste mundo.
Porém, ele alerta sobre os perigos do amor ao dinheiro, enfatizando que essa paixão pode levar à ruína espiritual e emocional.
Ressalta que não é o dinheiro em si que causa o mal, mas o amor desordenado a ele.
Timóteo estava pastoreando a igreja em Éfeso e Paulo o orienta nas questões sobre liderança, doutrina e a conduta dos cristãos.
Advertindo contra falsos ensinamentos e comportamentos que podem desviar os crentes da verdadeira fé.
Ele até destaca diretamente aqueles que viam a fé como meio de lucro e ensina sobre o verdadeiro contentamento, alertando contra a cobiça e o materialismo.
Ele não condena o dinheiro em si, mas o amor e a obsessão por ele, que podem distorcer os valores e prioridades de uma pessoa.
São muitas as situações em que o amor ao dinheiro é apresentado como a origem de muitos problemas e pecados.
Refletindo a importância de ter um coração voltado para Deus e não para as riquezas.
A cobiça pelo dinheiro leva muitos a se desviarem da fé, indicando que a busca por riquezas pode comprometer a relação com Deus.
Tendo como resultado dor e sofrimento, mostrando que esta busca desenfreada por bens materiais pode levar a consequências devastadoras.
O amor ao dinheiro se torna a raiz que gera diversos pecados, entre eles orgulho, injustiça, engano e afastamento de Deus.
Quando o coração se apega às riquezas, a fé enfraquece e a paz desaparece.
Deus nos chama ao contentamento e à confiança n'Ele não nos bens.
É um lembrete de que devemos colocar nossa confiança no Senhor e não nas posses materiais.
Sendo que o amor ao dinheiro pode nos desviar do propósito que Deus tem para nossa vida.
É preciso avaliarmos se o dinheiro tem governado nossas decisões e buscar nosso contentamento no Senhor e não nos bens materiais.
Pois a verdadeira segurança está em Deus, que supre nossas necessidades segundo Sua vontade.
Ao aprendermos a usar o dinheiro com sabedoria, será um sinal de maturidade espiritual.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, graças Ti damos pelas bençãos que já temos recebido.
Pedimos a Tua ajuda para não deixarmos que o amor ao dinheiro domine nosso coração.
Que nossas escolhas revelem confiança em Ti e não no dinheiro.
E que o Senhor sempre esteja em primeiro lugar em nossa vida.
Não
cesse de falar deste Livro da Lei; pelo contrário, medite nele dia e noite,
para que você tenha o cuidado de fazer segundo tudo o que nele está escrito;
então você prosperará e será bem-sucedido.
Josué 1:8 – (NAA)
Josué estava prestes a liderar os israelitas na conquista da Terra Prometida e no versículo lido podemos ver Deus lhe passando instruções diretas sobre como Ele deveria se comportar.
Ressalta a importância da meditação e obediência à Palavra de Deus como fundamentais para o sucesso e a prosperidade.
Em um mundo que associa prosperidade ao dinheiro, posição social e conquistas rápidas, Deus apresenta a Josué um princípio completamente diferente.
O verdadeiro sucesso começa com uma vida respeitando à Sua Palavra.
A mensagem do Senhor revela que a prosperidade está diretamente ligada à meditação, obediência e fidelidade às Escrituras.
Quando Josué recebe esta palavra, Moises já havia falecido e ele tinha sido o escolhido por Deus para liderar o povo de Israel.
Eles estavam prestes a atravessar o Jordão e enfrentar batalhas difíceis para conquistar Canaã.
Assim, ele enfrenta o desafio de guiar uma nação inteira em um novo território.
Deus então encoraja Josué a se apegar à Lei e a meditar nela, garantindo que ele esteja preparado para a tarefa que enfrentaria.
O Senhor fala para Ele não apenas leia, mas também compartilhe e ensine a Lei aos outros, reforçando a importância da Palavra na vida comunitária.
Pois a meditação constante nela é essencial para assimilar seus ensinamentos e aplicá-los na vida diária.
Ou seja, não basta conhecer a Palavra, é preciso vivê-la sendo que a verdadeira prosperidade e sucesso vêm da fidelidade aos ensinamentos do Senhor.
Quando meditando sobre a Palavra nos faz refletirmos profundamente, estaremos permitindo que ela molde nosso coração e a mente.
Resultando em uma obediência prática, não bastando apenas saber, mas como a viver em nossa vida e teremos o entendimento sobre ela.
A prosperidade prometida por Deus está ligada ao cumprimento da Sua vontade, não em conquistas materiais e sim a uma vida espiritual com o Senhor.
Assim como Josué foi lembrado por Deus em suas atitudes, também somos devendo nos manter na centralidade da Palavra do Senhor em nossa vida.
É possuirmos em nosso comportamento a leitura regular das Escrituras.
Incluindo a memorização de versículos e a reflexão sobre como aplicar os princípios bíblicos em nossas decisões e atitudes.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, graças Ti damos, porque a Tua Palavra nos guia e fortalece.
Que nela meditemos diariamente, vivendo de acordo com ela e possamos não somente a ouvir, mas praticar tudo o que o Senhor nos ensina.
Dai-nos coragem, fidelidade e um coração obediente para seguirmos a Tua vontade.
Portanto,
vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo,
Mateus 28:19 – (NAA)
Este evangelho, escrito por Mateus, é um dos quatro que constam no Novo Testamento, sendo que ele apresenta a vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Ele faz uma conexão entre a antiga Aliança com o Reino de Deus inaugurado por Cristo, revelando quem é Jesus e como o cristão deve viver sendo cidadão desse Reino.
Mateus apresenta Jesus como o Messias prometido, o Rei que cumpre as profecias do Antigo Testamento.
Sendo que este evangelho tem como foco principal o povo judeu, possuindo o objetivo de mostrar que Jesus é o cumprimento das promessas feitas a Israel.
Aborda assuntos que refletem os cinco livros de Moisés, contendo também muitos ensinamentos de Jesus e o famoso Sermão da Montanha.
Ele destaca Jesus como Filho de Davi, Filho de Abraão e Rei dos judeus.
Mostra toda a genealogia do Senhor e relatando os milagres, parábolas e ensinamentos de Jesus, destacando Sua autoridade e compaixão.
E tudo isso faz com que Jesus desafie a oposição dos fariseus e líderes religiosos que não reconhecem Sua autoridade divina.
Este relato se aproxima do fim com a crucificação de Jesus e Sua ressurreição, oferecendo esperança de salvação a todos que nEle creem.
E terminando com o chamado para fazerem discípulos, enfatizando a missão da igreja de propagar o Evangelho.
Jesus é mostrado como o Messias e Rei desde o Seu nascimento, ministério, morte e ressurreição que confirma Seu reinado.
Traz também a mensagem mostrando a diferença entre os valores espirituais e o deste mundo.
E o Senhor ensina com autoridade divina, revelando a vontade do Pai e deixando claro que o Reino não é apenas para Israel, mas para todas as nações.
Então, somos convidados a olharmos para Jesus não apenas como um grande mestre, mas como o Salvador que cumpriu as promessas de Deus.
O seguir significa viver debaixo da Sua autoridade, obedecendo Seus ensinos e participando ativamente da missão de fazer discípulos.
E levando ao mundo à mensagem que somente em Jesus pode se encontrar, salvação e vida eterna.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, agradecidos somos porque nos deixastes a Tua Palavra.
Ajuda-nos a vivermos de acordo com ela e sejamos um instrumento para fazermos novos discípulos e também aqueles que ainda necessitam serem alcançados pela Salvação em Cristo.
Capacita-nos a termos mais fé com a certeza da Tua presença todos os dias em nossa vida, mostrando ao mundo o Teu Amor visível através da vida do Teu Filho Jesus.
Jesus
respondeu: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por
mim.'
João 14:6 - (NAA)
Ao lermos este versículo, vamos ver João apresentando uma fala de Jesus, onde Ele afirma ser o próprio caminho, sendo que esta essa verdade é o fundamento da fé cristã.
Fazendo uma declaração poderosa sobre Sua identidade e o papel que desempenha na relação entre a humanidade e Deus.
Quando lemos este capítulo 14, iremos ver que o seu contexto é a Última Ceia, mostrando o Senhor reunido com Seus discípulos antes de Sua crucificação.
Sendo que eles se apresentavam ansiosos e confusos sobre o que estava por vir.
Mas Jesus oferece a eles conforto e esperança, assegurando-lhes que, apesar de Sua partida, Ele próprio seria a resposta para todas as preocupações deles.
Nesta situação em que eles estavam inquietos e com medo, Tomé, um dos discípulos, o questiona como poderiam saber o caminho para onde o Senhor iria.
Sendo que resposta de Jesus revelou não apenas uma direção, mas Sua identidade e o acesso ao Pai exclusivamente através dEle.
E ressaltando que Ele era a resposta para tudo que os deixavam ansiosos.
Na afirmação de Jesus mostra ser Ele o único meio pelo qual podemos nos aproximar de Deus.
O Senhor não apenas indica um caminho, mas é o próprio caminho.
E ainda, Ele é a revelação completa de Deus e a verdade, contrastando com as incertezas e enganos do mundo, o único que pode oferecer vida eterna e abundante.
Sem Ele não há verdadeira vida espiritual.
NEle há vida eterna, plena e abundante, reafirmando a exclusividade de Cristo como mediador entre Deus e a humanidade.
Deixando bem claro que a salvação só pode ser alcançada através dEle sendo apresentado como a revelação perfeita de Deus, sem erro ou engano.
Uma declaração clara de exclusividade e graça redentora.
Ao meditarmos sobre as palavras do Senhor, elas serão como um convite a nossa confiança e entrega.
Quando olhamos para este mundo, o qual vivemos cheio de incertezas e caminhos duvidosos, o Senhor se apresenta como a única verdade que pode nos guiar para uma vida verdadeira.
Chamando nossa atenção para rejeitarmos a ideia de que todos os caminhos levam a Deus, ou seja, somente Jesus é o caminho que nos leva ao céu.
Oremos
Senhor nosso Deu e Pai, Graças Ti damos, por apresentar a nós o Teu Filho Jesus como o verdadeiro Caminho, a Verdade e a vida.
Ressaltamos que somente em Ti podemos confiar e segundo a Tua direção, tomarmos nossas decisões e possamos diariamente caminharmos segundo a Tua verdade.
Vivendo a vida que nos foi dada de forma abundante, refletindo ao mundo o amor que o Senhor possui por toda a humanidade.
Porque
Cristo não entrou em santuário feito por mãos humanas, figura do verdadeiro
Santuário, porém no próprio céu, para comparecer, agora, por nós, diante de
Deus.
Hebreus 9:24 – (NAA)
Este versículo lido nos passa a mensagem que Jesus não apenas morreu por nós.
Mas continua atuando em nosso favor, intercedendo continuamente no céu, sendo que essa verdade fortalece nossa fé e nossa segurança espiritual.
Nele também fica destacado a característica única do Seu ministério como nosso Sumo Sacerdote.
O autor desta carta escreveu para encorajar os cristãos a permanecerem firmes na fé, enfatizando a supremacia de Cristo em relação ao sistema religioso judaico.
Demonstra que Cristo é superior aos anjos, a Moisés, ao sacerdócio levítico e aos sacrifícios da Antiga Aliança.
O foco está na superioridade do sacrifício de Cristo e no verdadeiro santuário celestial, do qual o tabernáculo terrestre era apenas uma sombra.
Mostra que Jesus é o cumprimento das promessas contidas do Antigo Testamento e sendo Ele o mediador de um novo pacto.
Pois Cristo não entrou em um santuário físico, mas no céu, Ele se apresenta como nosso intercessor, onde o Senhor Se oferece como sacrifício único uma vez por todas.
Em suas palavras, o autor ressalta que Cristo não entrou em santuário feito por mãos humanas, nos ensinando que um templo terreno é limitado e temporário.
Mostra também que o tabernáculo apontava para uma realidade maior e eterna, onde Jesus atua como nosso representante e intercessor, garantindo a nós acesso direto ao Pai.
Quando temos a compreensão de que Cristo é nosso intercessor no céu, isso nos dá uma profunda segurança e esperança, mesmo que estejamos sujeitos a falhas e fraquezas.
Temos um Salvador que nos representa diante de Deus e nos encorajando para aproximarmos d'Ele com confiança, sabendo que Ele entende nossas lutas e intercede por nós.
Assim, somos chamados a vivermos com confiança no acesso que temos a Deus por meio de Cristo e sendo levados a abandonarmos uma dependência religiosa vazia.
E passamos a ter forças para enfrentarmos as lutas com a certeza de que Jesus está a nos representar.
Oremos
Senhor nosso Deus e Pai, Ti damos graças porque nos desdês o Teu Filho Jesus para interceder em nosso favor, nos de fé para confiarmos em Tua graça e nos aproximemos a Ti com um coração sincero.
Possamos viver em comunhão com o Senhor, demonstrando gratidão e nos sentindo seguros por estarmos na Tua presença.